{"id":238,"date":"2015-10-02T16:15:06","date_gmt":"2015-10-02T16:15:06","guid":{"rendered":"http:\/\/paroquiasjoaobosco.com\/wp\/?page_id=238"},"modified":"2015-10-02T16:15:06","modified_gmt":"2015-10-02T16:15:06","slug":"aparicao-de-nossa-senhora-de-fatima","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/paroquiasjoaobosco.com\/index.php\/aparicao-de-nossa-senhora-de-fatima\/","title":{"rendered":"Apari\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora de F\u00e1tima"},"content":{"rendered":"<p><strong>Primeira Apari\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora de F\u00e1tima<\/strong><\/p>\n<p>Dia 13 de Maio de 1917.<\/p>\n<p>Nossa Senhora aparece resplandecente aos pastorinhos, em 1917.<\/p>\n<p>L\u00facia, Francisco e Jacinta estavam brincando num lugar chamado Cova da Iria. De repente, observaram dois clar\u00f5es como de rel\u00e2mpagos, e em seguida viram, sobre a copa de uma pequena \u00e1rvore chamada azinheira, uma Senhora de beleza incompar\u00e1vel.<\/p>\n<p>Era uma Senhora vestida de branco, mais brilhante que o sol, irradiando luz mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de \u00e1gua cristalina, atravessado pelos raios do sol mais ardente.<\/p>\n<p>Sua face, indescritivelmente bela, n\u00e3o era nem alegre e nem triste, mas s\u00e9ria, com ar de suave censura. As m\u00e3os juntas, como a rezar, apoiadas no peito, e voltadas para cima. Da sua m\u00e3o direita pendia um Ros\u00e1rio. As vestes pareciam feitas somente de luz. A t\u00fanica e o manto eram brancos com bordas douradas, que cobria a cabe\u00e7a da Virgem Maria e lhe descia at\u00e9 os p\u00e9s.<\/p>\n<p>L\u00facia jamais conseguiu descrever perfeitamente os tra\u00e7os dessa fisionomia t\u00e3o brilhante. Com voz maternal e suave, Nossa Senhora tranq\u00fciliza as tr\u00eas crian\u00e7as, dizendo:<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cN\u00e3o tenhais medo. Eu n\u00e3o vos farei mal.\u201d<\/p>\n<p>E L\u00facia pergunta:<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cDonde \u00e9 Vossemec\u00ea?\u201d<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cSou do C\u00e9u!\u201d<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cE que \u00e9 que vossemec\u00ea me quer?<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cVim para pedir que venhais aqui seis meses seguidos, sempre no dia 13, a esta mesma hora. Depois vos direi quem sou e o que quero. Em seguida, voltarei aqui ainda uma s\u00e9tima vez.\u201d<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cE eu tamb\u00e9m vou para o C\u00e9u?\u201d<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cSim, vais.\u201d<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cE a Jacinta?\u201d<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cTamb\u00e9m\u201d<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cE o Francisco?\u201d<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cTamb\u00e9m. Mas tem que rezar muitos ter\u00e7os\u201d.<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cQuereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser mandar-vos, em ato de repara\u00e7\u00e3o pelos pecados com que Ele \u00e9 ofendido, e de s\u00faplica pela convers\u00e3o dos pecadores?\u201d<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cSim, queremos\u201d<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cTereis muito que sofrer, mas a gra\u00e7a de Deus ser\u00e1 o vosso conforto\u201d.<\/p>\n<p>Ao pronunciar estas \u00faltimas palavras, Nossa Senhora abriu as m\u00e3os, e delas sa\u00eda uma intensa luz.<\/p>\n<p>Os pastorinhos sentiram um impulso que os fez cair de joelhos, e rezaram em sil\u00eancio a ora\u00e7\u00e3o que o Anjo havia lhes ensinado:<\/p>\n<p>As tr\u00eas crian\u00e7as: \u201c\u00d3 Sant\u00edssima Trindade, eu Vos adoro. Meu Deus, meu Deus, eu Vos amo no Sant\u00edssimo Sacramento.\u201d<\/p>\n<p>Passados uns momentos, Nossa Senhora acrescentou:<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cRezem o Ter\u00e7o todos os dias, para alcan\u00e7arem a paz para o mundo, e o fim da guerra.\u201d<\/p>\n<p>Em seguida, cercada de luz, come\u00e7ou a elevar-se serenamente, at\u00e9 desaparecer.<\/p>\n<p><strong>Segunda Apari\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora de F\u00e1tima<\/strong><\/p>\n<p>Dia 13 de Junho de 1917.<\/p>\n<p>Jacinta, L\u00facia e Francisco:<br \/>\nos tr\u00eas pastorinhos<br \/>\nvidentes de F\u00e1tima<\/p>\n<p>Antes da segunda apari\u00e7\u00e3o, os pastorinhos notaram novamente um clar\u00e3o, a que chamavam rel\u00e2mpago, mas que n\u00e3o era propriamente um rel\u00e2mpago. Era o reflexo de uma luz que se aproximava. Al\u00e9m dos pastorinhos, havia, tamb\u00e9m, cerca de 50 pessoas. Mas essas pessoas n\u00e3o viam Nossa Senhora.<\/p>\n<p>L\u00facia come\u00e7ou a falar com Nossa Senhora.<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cVossemec\u00ea que me quer? \u201dNossa Senhora: \u201cQuero que venhais aqui no dia treze do m\u00eas que vem. Que Rezeis o Ter\u00e7o todos os dias, e que aprendais a ler. Depois direi o que quero\u201d<\/p>\n<p>L\u00facia pediu a cura de uma pessoa doente, e Nossa Senhora lhe disse:<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cSe se converter, curar-se-\u00e1 durante o ano.\u201d<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cQueria pedir-lhe para nos levar para o C\u00e9u\u201d.<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cSim. A Jacinta e o Francisco, levo-os em breve. Mas tu, ficas c\u00e1 mais algum tempo. Jesus quer servir-se de ti para me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devo\u00e7\u00e3o ao Meu Imaculado Cora\u00e7\u00e3o. A quem a abra\u00e7ar, prometo a salva\u00e7\u00e3o. E ser\u00e3o queridas de DEUS estas almas, como flores postas por Mim a adornar o Seu trono\u201d.<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cFico c\u00e1 sozinha?\u201d<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cN\u00e3o filha. E tu sofres muito? N\u00e3o desanimes. Eu nunca te deixarei. O meu Imaculado Cora\u00e7\u00e3o ser\u00e1 o teu ref\u00fagio, e o caminho que te conduzir\u00e1 at\u00e9 Deus\u201d.<\/p>\n<p>Foi no momento em que disse estas \u00faltimas palavras, que Nossa Senhora abriu as m\u00e3os e iluminou os pastorinhos, pela segunda vez, com o reflexo dessa luz imensa. Nela eles sentiram-se como que envolvidos por Deus.<\/p>\n<p>\u00c0 frente da palma da m\u00e3o direita de Nossa Senhora, estava um Cora\u00e7\u00e3o cercado de espinhos, que pareciam estar cravados nele. Os tr\u00eas pastorinhos compreenderam que era o Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria, ofendido pelos pecados da humanidade, que queriam ser reparados.<\/p>\n<p>Nossa Senhora, envolta ainda na luz que dEla irradiava, elevou-se sem esfor\u00e7o, suavemente, at\u00e9 desaparecer.<\/p>\n<p><strong>Terceira Apari\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora de F\u00e1tima<\/strong><\/p>\n<p>Dia 13 de Julho de 1917.<\/p>\n<p>Representa\u00e7\u00e3o da vis\u00e3o do inferno, descrita por Nossa Senhora aos pastorinhos durante a terceira apari\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Uma nuvenzinha pairou sobre a azinheira. O sol se ofuscou. Uma brisa fresca soprou sobre a terra, apesar de ser o auge do ver\u00e3o. Os pastorinhos viram o reflexo da luz \u2013 como nas apari\u00e7\u00f5es anteriores \u2013 e, em seguida, viram Nossa Senhora sobre a arvorezinha chamada azinheira.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, L\u00facia pergunta a Nossa Senhora:<\/p>\n<p>L\u00facia: Vossemec\u00ea que me quer?<\/p>\n<p>Nossa Senhora: Quero que venham aqui no dia 13 do m\u00eas que v\u00eam, que continuem a rezar o Ter\u00e7o todos os dias, em honra de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque s\u00f3 Ela lhes poder\u00e1 valer\u201d.<\/p>\n<p>L\u00facia: Queria pedir-lhe para nos dizer quem \u00e9, e para fazer um milagre, com que todos acreditem que vossemec\u00ea nos aparece.<\/p>\n<p>Nossa Senhora: Continuem a vir aqui todos os meses. Em Outubro direi quem sou, o que quero, e farei um milagre, que todos h\u00e3o de ver para acreditarem.<\/p>\n<p>L\u00facia fez alguns pedidos de convers\u00f5es, de curas e de outras gra\u00e7as.<\/p>\n<p>Nossa Senhora responde recomendando sempre a reza do Ter\u00e7o, que assim alcan\u00e7ariam as gra\u00e7as durante o ano.<\/p>\n<p>Depois acrescentou:<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cSacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes, e em especial sempre que fizerdes algum sacrif\u00edcio:<\/p>\n<p>\u00d3 Jesus, \u00e9 por Vosso amor, pela convers\u00e3o dos pecadores, e em repara\u00e7\u00e3o pelos pecados cometidos contra o Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria\u201d.<\/p>\n<p>Ao dizer estas \u00faltimas palavras, abriu de novo as m\u00e3os, como nos meses anteriores.<\/p>\n<p>\u201cO reflexo de luz (que delas sa\u00eda) pareceu penetrar na terra. E vimos como que um grande mar de fogo. E, mergulhados nesse fogo, estavam os dem\u00f4nios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no inc\u00eandio, levadas pelas chamas que delas mesmas sa\u00edam, juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados \u2013 semelhante<br \/>\nao cair das fagulhas nos grandes inc\u00eandios \u2013 sem peso nem equil\u00edbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero, que horrorizavam e faziam estremecer de pavor. Os dem\u00f4nios distinguiam-se por formas horr\u00edveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes como negros carv\u00f5es em brasa.<\/p>\n<p>A vis\u00e3o durou apenas um momento, durante o qual L\u00facia soltou um<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cAi!\u201d<\/p>\n<p>Assustados, e como a pedir socorro, as tr\u00eas crian\u00e7as levantaram os olhos para Nossa Senhora, que lhes disse, com bondade e tristeza:<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cVistes o inferno, para onde v\u00e3o as almas dos pobres pecadores. Para salv\u00e1-las, Deus quer estabelecer no mundo a devo\u00e7\u00e3o ao Meu Imaculado Cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Se fizerem o que eu vos disser, salvar-se-\u00e3o muitas almas e ter\u00e3o paz.<\/p>\n<p>A guerra vai acabar. Mas, se n\u00e3o deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI come\u00e7ar\u00e1 outra pior. Quando virdes uma noite iluminada por uma luz desconhecida, sabei que \u00e9 o grande sinal que Deus vos d\u00e1, de que vai punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome, e de persegui\u00e7\u00f5es \u00e0 Igreja e ao Santo Padre. Para impedir isso, virei pedir a consagra\u00e7\u00e3o da R\u00fassia ao meu Imaculado Cora\u00e7\u00e3o, e a Comunh\u00e3o Reparadora nos Primeiros S\u00e1bados. Se atenderem a meus pedidos, a R\u00fassia se converter\u00e1 e ter\u00e3o paz. Se n\u00e3o, espalhar\u00e1 os seus erros pelo mundo, promovendo guerras e persegui\u00e7\u00f5es \u00e0 Igreja. Os bons ser\u00e3o martirizados. O Santo Padre ter\u00e1 muito que sofrer. V\u00e1rias na\u00e7\u00f5es ser\u00e3o aniquiladas.Por fim, o meu Imaculado Cora\u00e7\u00e3o triunfar\u00e1. O Santo Padre consagrar-me-\u00e1 a R\u00fassia, que se converter\u00e1, e ser\u00e1 concedido ao mundo algum tempo de paz.<\/p>\n<p>Em Portugal, conservar-se-\u00e1 sempre o dogma da F\u00e9. Isto n\u00e3o digais a ningu\u00e9m. Ao Francisco sim, podeis diz\u00ea-lo.<\/p>\n<p>E, passados uns instantes, Nossa Senhora disse aos pastorinhos:<\/p>\n<p>Nossa Senhora: Quando rezardes o ter\u00e7o, dizei depois de cada mist\u00e9rio:<\/p>\n<p>\u00d3 meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o C\u00e9u, principalmente aquelas que mais precisarem\u201d.<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cVossemec\u00ea n\u00e3o me quer mais nada? \u201c<\/p>\n<p>Nossa Senhora: N\u00e3o, hoje n\u00e3o te quero mais nada\u201d.<\/p>\n<p>E, como de costume, Nossa Senhora come\u00e7ou a elevar-se at\u00e9 desaparecer no c\u00e9u. Ouviu-se, ent\u00e3o, uma esp\u00e9cie de novo trov\u00e3o, indicando que a apari\u00e7\u00e3o tinha terminado.<\/p>\n<p><strong>Quarta Apari\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora de F\u00e1tima<\/strong><\/p>\n<p>Dia 15 de Agosto de 1917.<\/p>\n<p>Quarta apari\u00e7\u00e3o: L\u00facia, sentindo que alguma coisa de<br \/>\nsobrenatural se aproximava<br \/>\ne os envolvia, mandou<br \/>\nchamar Jacinta \u00e0s pressas<\/p>\n<p>L\u00facia estava com Francisco e mais um primo, no local chamado Valinhos \u2013 uma propriedade de um de seus tios \u2013 quando, pelas 4 horas da tarde, come\u00e7aram a se produzir as altera\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas que precediam as apari\u00e7\u00f5es de Nossa Senhora na Cova da Iria. Ou seja, um s\u00fabito refrescar da temperatura e uma diminui\u00e7\u00e3o da luz do sol.<\/p>\n<p>L\u00facia, sentindo que alguma coisa de sobrenatural se aproximava e os envolvia, mandou chamar \u00e0s pressas Jacinta, a qual chegou em tempo para ver Nossa Senhora que<br \/>\n\u2013 anunciada, como das outras vezes, por um reflexo de luz \u2013 apareceu sobre a \u00e1rvore chamada azinheira, um pouco maior que a da Cova da Iria, onde tinham-se dado as apari\u00e7\u00f5es anteriores.<\/p>\n<p>L\u00facia pergunta a Nossa Senhora:<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cQue \u00e9 que Vossemec\u00ea me quer?\u201d<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cQuero que continueis a ir \u00e0 Cova da Iria no dia 13, e que continueis a rezar o ter\u00e7o todos os dias. No \u00faltimo m\u00eas farei o milagre para<br \/>\nque todos acreditem\u201d.<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cQue \u00e9 que Vossemec\u00ea quer que se fa\u00e7a do dinheiro que o povo deixa na Cova da Iria?\u201d<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cFa\u00e7am dois andores. Um, leva-o tu com a Jacinta, e mais duas meninas vestidas de branco. O outro, que o leve o Francisco com mais tr\u00eas meninos. O dinheiro dos andores \u00e9 para a festa de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio, e o que sobrar, \u00e9 para a ajuda de uma capela que h\u00e3o de mandar fazer\u201d.<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cQueria pedir-Lhe a cura de alguns doentes\u201d.<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cSim, alguns curarei durante o ano\u201d<\/p>\n<p>E, tomando um aspecto mais triste, recomendou-lhes que rezassem muito pelos pecadores:<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cRezai, rezai muito, e fazei sacrif\u00edcios pelos pecadores; que v\u00e3o muitas almas para o inferno por n\u00e3o haver quem se sacrifique e pe\u00e7a por elas\u201d.<\/p>\n<p>E, como de costume come\u00e7ou a elevar-se at\u00e9 desaparecer. Os pastorinhos cortaram ramos da \u00e1rvore sobre a qual Nossa Senhora lhes tinha aparecido e levaram para casa os ramos exalavam um perfume suave.<\/p>\n<p><strong>Quinta Apari\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora de F\u00e1tima<\/strong><\/p>\n<p>Dia 13 de Setembro de 1917.<\/p>\n<p>Nossa Senhora de F\u00e1tima<br \/>\nconfiou tr\u00eas segredos \u00e0 L\u00facia,<br \/>\nque continuou A servindo<br \/>\nat\u00e9 o fim de sua vida.<\/p>\n<p>Como das outras vezes uma s\u00e9rie de fen\u00f4menos atmosf\u00e9ricos foram observados pelas pessoas que tinham ido \u00e0 Cova da Iria. Calculou-se que estavam presentes entre 15 e 20 mil pessoas.<\/p>\n<p>O s\u00fabito refrescar da atmosfera, o empalidecer do sol at\u00e9 o ponto de se verem as estrelas, uma esp\u00e9cie de chuva como que de p\u00e9talas ou flocos de neve, que desapareciam antes de pousarem na terra.<\/p>\n<p>E desta vez, foi notado um globo luminoso, que se movia, lenta e majestosamente pelo c\u00e9u de um para outro. E que, no final da apari\u00e7\u00e3o, moveu-se em sentido contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>Os tr\u00eas pastorinhos notaram, como de costume, o reflexo de uma luz e, a seguir, viram Nossa Senhora sobre a azinheira.<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cContinuem a rezar o Ter\u00e7o para alcan\u00e7arem o fim da guerra. Em Outubro vir\u00e1 tamb\u00e9m Nosso Senhor, Nossa Senhora das Dores e do Carmo, S\u00e3o Jos\u00e9 com o Menino Jesus, para aben\u00e7oarem o mundo. Deus est\u00e1 contente com<br \/>\nos vossos sacrif\u00edcios, mas n\u00e3o quer que durmais com a corda, trazei-a s\u00f3 durante o dia\u201d.<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cT\u00eam-me pedido para Lhe pedir muitas coisas: cura de alguns doentes, de um surdo-mudo\u201d<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cSim, alguns curarei, outros n\u00e3o. Em Outubro farei um milagre para que todos acreditem.<\/p>\n<p>E, come\u00e7ando a elevar-se, desapareceu como de costume.<\/p>\n<p><strong>Sexta Apari\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora de F\u00e1tima<\/strong><\/p>\n<p>Dia 13 de Outubro.<\/p>\n<p>A multid\u00e3o assistiu, impressionada, ao<br \/>\nextraordin\u00e1rio Milagre do Sol.<\/p>\n<p>Uma grande multid\u00e3o rezava o Ter\u00e7o na Cova da Iria. Os tr\u00eas pastorinhos notaram<br \/>\no reflexo de uma luz e, em seguida, viram Nossa Senhora sobre a azinheira.<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cQue \u00c9 que Vossemec\u00ea me quer?<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cQuero dizer-te que em Minha honra, que sou a Senhora do Ros\u00e1rio, que continuem sempre a rezar o Ter\u00e7o todos os dias. A guerra vai acabar e os militares voltar\u00e3o em breve para suas casas\u201d<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cEu tinha muitas coisas para Lhe pedir. Se curava uns doentes e se convertia uns pecadores&#8230;<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cUns sim, outros n\u00e3o. \u00c9 preciso que se emendem, que pe\u00e7am perd\u00e3o dos seus pecados\u201d.<\/p>\n<p>E, tomando um aspecto mais triste, disse:<\/p>\n<p>Nossa Senhora: \u201cN\u00e3o ofendam mais a DEUS Nosso Senhor, que j\u00e1 est\u00e1 muito ofendido\u201d.<\/p>\n<p>Em seguida, Nossa Senhora abrindo as m\u00e3os fez que elas se refletissem no sol, e come\u00e7ou a se elevar para o C\u00e9u.<\/p>\n<p>Nesse momento, L\u00facia apontou para o c\u00e9u e gritou:<\/p>\n<p>L\u00facia: \u201cOlhem para o sol!\u201d<\/p>\n<p>A multid\u00e3o assistiu, ent\u00e3o, ao grande milagre do sol. Enquanto isso, os pastorinhos viram S\u00e3o Jos\u00e9 com o Menino Jesus, e Nossa Senhora do Ros\u00e1rio.<br \/>\nEra a Sagrada Fam\u00edlia. A Virgem estava vestida de branco, com um manto azul. S\u00e3o Jos\u00e9 tamb\u00e9m estava vestido de branco, e o Menino Jesus de vermelho claro. S\u00e3o Jos\u00e9 aben\u00e7oou a multid\u00e3o, tra\u00e7ando tr\u00eas vezes o Sinal da Cruz. O Menino Jesus fez o mesmo.<\/p>\n<p>L\u00facia ent\u00e3o, teve a vis\u00e3o de Nossa Senhora das Dores, e de Nosso Senhor, acabrunhado de dor, no caminho do Calv\u00e1rio. Nosso Senhor tra\u00e7ou um Sinal da Cruz para aben\u00e7oar o povo. Finalmente apareceu, numa vis\u00e3o gloriosa, Nossa Senhora do Carmo, coroada Rainha do C\u00e9u e da Terra, com o Menino Jesus ao colo.<\/p>\n<p>Enquanto os pastorinhos tinham essa vis\u00e3o, a grande multid\u00e3o de quase 70 mil pessoas, assistiu ao milagre do sol.<\/p>\n<p>Tinha chovido durante toda a apari\u00e7\u00e3o. Mas, no momento em que a Sant\u00edssima Virgem desaparecia, e que L\u00facia gritou \u201colhem para o sol!\u201d, as nuvens se entreabriram, deixando ver o sol como um imenso disco de prata.<\/p>\n<p>Brilhava com intensidade jamais vista, mas n\u00e3o cegava. A imensa bola come\u00e7ou a \u201cbailar\u201d. Como uma gigantesca roda de fogo, girava rapidamente.<\/p>\n<p>Parou por um certo tempo, mas, em seguida, come\u00e7ou a girar sobre si mesmo, vertiginosamente.<\/p>\n<p>Depois, seus bordos tornaram-se vermelhos, e deslizou no c\u00e9u, como um redemoinho, espargindo chamas de fogo.<\/p>\n<p>Essa luz refletia-se no solo, nas \u00e1rvores, nos arbustos, nas pr\u00f3prias faces das pessoas e nas roupas, tomando tonalidades brilhantes e diferentes cores.<\/p>\n<p>Em seguida, por tr\u00eas vezes ficou animado de um movimento r\u00e1pido. O globo de fogo pareceu tremer, sacudir-se e precipitar-se em ziguezague sobre a multid\u00e3o aterrorizada.<\/p>\n<p>Durou tudo uns dez minutos. Finalmente o sol voltou em ziguezague para o ponto de onde se tinha precipitado, e ficou novamente tranq\u00fcilo e brilhante, com o mesmo brilho de todos os dias.<\/p>\n<p>Muitas pessoas notaram que suas roupas, ensopadas pela chuva, tinham secado subitamente.<\/p>\n<p>O milagre do sol foi visto, tamb\u00e9m, por numerosas testemunhas que estavam fora do local das apari\u00e7\u00f5es, at\u00e9 a 40 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p>O jornal \u201co s\u00e9culo\u201d de grande circula\u00e7\u00e3o em Portugal, documentou esse espetacular milagre do sol, e publicou uma grande reportagem sobre esse impressionante acontecimento.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Primeira Apari\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora de F\u00e1tima Dia 13 de Maio de 1917. Nossa Senhora aparece resplandecente aos pastorinhos, em 1917. L\u00facia, Francisco e Jacinta estavam brincando num lugar chamado Cova da Iria. De repente, observaram dois clar\u00f5es como de rel\u00e2mpagos, e em seguida viram, sobre a copa de uma[&#8230;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":185,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0},"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/paroquiasjoaobosco.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/238"}],"collection":[{"href":"http:\/\/paroquiasjoaobosco.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"http:\/\/paroquiasjoaobosco.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/paroquiasjoaobosco.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/paroquiasjoaobosco.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=238"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/paroquiasjoaobosco.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/238\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":240,"href":"http:\/\/paroquiasjoaobosco.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/238\/revisions\/240"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/paroquiasjoaobosco.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/185"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/paroquiasjoaobosco.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=238"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}